
Os recursos genéticos representam uma das principais vantagens comparativas da América do Sul para promover competitividade e desenvolvimento humano. A região é pioneira em normativas para o aceso, coleção, introdução, e intercâmbio de recursos genéticos e proteção do conhecimento tradicional. No entanto, não todos os países tem aplicado adequadamente este tipo de legislação; aqueles com maior biodiversidade não contam com suficientes capacidades tecnológicas, institucionais e econômicas para conhecer, aproveitar e usar sustentavélmente sua biodiversidade e proteger seus recursos genéticos.
Evidenciam-se processos fracos de harmonização da legislação regional sobre aceso e repartição eqüitativa dos benefícios e proteção do conhecimento tradicional. É necessária também, pôr atenção nos aspectos relacionados com a governança (capacidade institucional, coordenação inter–sectorial , participação da sociedade civil, financiamento, entre outros), com o desenvolvimento da capacidade cientifico - tecnológica, com o resgate e proteção do conhecimento tradicional e com a eqüidade no aceso e distribuição de benefícios.
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